Crítica de A Constant Storm – Lava Empire

Crítica de A Constant Storm – Lava EmpireSegundo larga duración de la banda de Oporto en el que hacen especial hincapié en temas filosóficos y no sin cierta inspiración de La Divina Comedia de Dante. El tema que le da título al disco mezcla los parámetros sonoros del metal moderno con melodías vocales que recuerdan a bandas como Fear Factory o Kraftwerk. Se anima bastante la cosa con «Hollow Days (My probation)» donde mezclan pinceladas de rock progresivo de alto octanaje a lo Rush con otros fragmentos similares a los de la banda de Dino Cazares.
«Pendulum Heart» es un perfecto ejemplo de death metal técnico tan elegante como eficaz. «Pyramid at Sunset»  es originalidad pura y la banda consigue, con eficacia, llevarte a su terreno. «Babylonian Complex» es de lo mejor del disco al crear un paisaje musical lleno de personalidad que te permite adentrarte en terrenos abonados para disfrutar de una gran experiencia. «Atlantis» es un corte de la década de los años 60 de lo más progresivo y curioso. «Draconian Trails» te entra en las venas a la primera gracias a su caña y energía. «Blood Moon»  es una parada acústica dada al virtuosismo. «Pinnboard»  es un corte duro, ácido y fiero como pocos siendo otro de los momentos álgidos del disco. «Glory Sun» es un enorme punto final que retoma la senda acústica e incluso alguna pincelada medieval y progresiva más que interesante.
En resumen, el disco no deja de ser un claro ejemplo de que hay bandas que se dedican a esto porque les gusta y porque tienen muchos conceptos que expresar a través de la música más dura. El esfuerzo, y la calidad, se agradecen. Recomendable disco que te sorprenderá.
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ENGLISH:

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Crítica de A Constant Storm – Lava EmpireSecond full-length of the Porto band in which they place special emphasis on philosophical themes and not without some inspiration from Dante’s Divine Comedy. The song that gives the album its title mixes the sound parameters of modern metal with vocal melodies reminiscent of bands like Fear Factory or Kraftwerk. The thing is quite animated with «Hollow Days (My probation)» where they mix brush strokes of progressive high octane rock in the Rush way with other fragments similar to those of the Dino Cazares band.

«Pendulum Heart» is a perfect example of technical death metal as elegant as it is effective. «Pyramid at Sunset» is pure originality and the band manages to effectively take you to their terrain. «Babylonian Complex» is one of the best on the album, creating a musical landscape full of personality that allows you to venture into fertile lands to enjoy a great experience. «Atlantis» is a most progressive and curious cut from the 1960s. «Draconian Trails» gets into your veins the first time thanks to its cane and energy. «Blood Moon» is an acoustic stop given to virtuosity. «Pinnboard» is a hard, acid and fierce cut like few others being another of the highlights of the album. «Glory Sun» is a huge endpoint that takes up the acoustic path and even some more interesting medieval and progressive brushstrokes.

In summary, the album is still a clear example that there are bands that dedicate themselves to this because they like it and because they have many concepts to express through the toughest music. The effort, and the quality, are appreciated. Recommended album that will surprise you.

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PORTUGUÊS

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Crítica de A Constant Storm – Lava EmpireSegundo longa-metragem da banda do Porto, em que eles dão ênfase especial a temas filosóficos e não sem alguma inspiração da Divina Comédia de Dante. A faixa-título do álbum mistura os parâmetros sonoros do metal moderno com melodias vocais remanescentes de bandas como Fear Factory ou Kraftwerk. A coisa é bem animada com «Hollow Days (My Probation)», onde eles misturam pinceladas de rock progressivo de alta octanagem no estilo Rush com outros fragmentos semelhantes aos da banda Dino Cazares.

«Coração de pêndulo» é um exemplo perfeito de death metal técnico, tão elegante quanto eficaz. «Pyramid at Sunset» é pura originalidade e a banda consegue levá-lo efetivamente ao seu terreno. «Babylonian Complex» é um dos melhores do álbum, criando uma paisagem musical cheia de personalidade que permite que você se aventura em terras férteis para desfrutar de uma ótima experiência. «Atlantis» é um corte mais progressivo e curioso da década de 1960. «Trilhas draconianas» entra em suas veias pela primeira vez graças à sua bengala e energia. «Blood Moon» é uma parada acústica dada ao virtuosismo. «Pinnboard» é um corte duro, ácido e feroz, como poucos outros, sendo outro dos destaques do álbum. «Glory Sun» é um ponto final enorme que ocupa o caminho acústico e até mais algumas pinceladas medievais e progressivas interessantes.

Em resumo, o álbum ainda é um exemplo claro de que há bandas que se dedicam a isso porque gostam e porque têm muitos conceitos para expressar através das músicas mais difíceis. O esforço e a qualidade são apreciados. Álbum recomendado que irá surpreendê-lo.

Temas:
1. Lava Empire (3:10)
2. Hollow Days (My Probation) (5:04)
3. Pendulum Heart (4:09)
4. Pyramid At Sunset (5:36)
5. Babylonian Complex (6:14)
6. Atlantis (3:01)
7. Draconian Trials (6:44)
8. Blood Moon (1:35)
9. Pinnnboard (4:03)
10. Glory To The Sun (3:14)
Formación:
Daniel Laureano – Lead Vocals, Electric & Acoustic Guitars, Bass, Drums, Keys
Pedro Quelhas – Virtual Orchestration, Additional Keys, Additional Drums
Ricardo Pereira – Harsh Vocals, Male Choirs
Inês Rento – Soprano Vocals, Female Choirs

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